quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Workshop de trilhos

Hoje, os timoneiros decidiram trabalhar para o portefólio do syndicate e dedicaram-se à pesquisa de novos trilhos na zona Norte.
Rumo à Morreira, aproveitamos também para cheirar os já famosos trilhos de Sta. Marta, e pela amostra é terreno para explorar ainda mais a fundo.
Pena, mas muita pena mesmo, é estar tudo queimado, mas cá estaremos para desfrutar destes trilhos quando estiverem verdes.
Uma amostra das muitas subidas demolidoras feitas hoje
Tudo queimado ... desolador.

Terreno muito mole, que dificulta ainda mais o ascendente
Outra!
Saída do túnel no início de um fantástico singletrack 
Isto promete!
Depois da descida que se segue a este passadiço a diversão foi tanta que me esqueci que tinha máquina fotográfica comigo.
Vejam as cenas dos próximos capítulos ...

domingo, 29 de outubro de 2017

Sim Senhor, que volta!

O Objetivo era testar os limites das baterias, e para isso nada melhor que os magníficos trilhos de Fafe ...
Trialeiras duríssimas, descidas mágicas, carregar o piano, rir, chorar, comer, beber ... não faltou nada, foram 61 km com 1760m de acumulado de subida, em 6H15m.
O Mapa e respetivo gráfico
Presentes: Cientista, Vulcão, Meia Volta, Mestre Luiz, Nel, Pegatinas, e
Eu
Primeira descida, primeiro furo (ainda bem que único), quem mais?
Vulcão.
Pitstop a cargo do Mestre Luiz e Pegatinas
Primeiro de uma série de três, um deles acrobático.
Tantun verde Pegatinas!
Uma das várias zonas onde se carregou o piano
Duro, muito duro ...
Meia Volta e Vulcão com o alto patrocínio da Bell
Cientista aqui estava muito longe ...
Aqui era eu que estava fisicamente muito longe ...
Vulcão o espalha brasas
A melhor trialeira do dia, no ataque ao Marco Geodésico de Maroiço


O Homem e sua máquina (ainda com autocolantes)







Reparem no detalhe das duas coisinhas florescentes lá atrás ... o que será?
Dureza ...
Momento do dia:
Cientista e Pegatinas trocam as baterias. Uma excelente solução para gestão de grupo em longas distâncias.
Albufeira de Queimadela assustadoramente baixa.
Foi lançado o mote para muitas mais voltas neste modelo, e fica já a promessa que a volta dos preguinhos vai ganhar nova forma.

domingo, 15 de outubro de 2017

O Tibete Português

DOMINGO, 8 de OUTUBRO de 2017
Conhecido como o Tibete Português, a aldeia de Sistelo, Arcos de Valdevez, foi o nosso destino, mas havia mais, muito mais ...
Havia que chegar lá por uma das trialeiras mais longas e fantásticas que tenho memória!
Foram 12 km de descida, entre o Alto da Peneda (1300m) e Sistelo (300m), dos quais cerca de 5 km foram em singletrack, trialeiras e calçadas (das antigas).
Daí até ao final fizemos a belíssima Ecopista do Vez entre Sistelo e Arcos de Valdevez, que também tem as suas passagem mais técnicas.


Presentes:
 Eu mesmo!
O Mestre Luiz Gama
 Vulcão
 Jonny Jumper e Atinamen
Mais uma vez o transporte foi assegurado pelo magnífico atrelado do Luiz
Primeira parte da primeira subida entre Mezio e o Alto da Peneda
Aqui a malta acústica ainda mantinha os sorrisos ...
Este caminho tinha sido arranjado há muito pouco tempo, porque o relato que tinha era demolidor ...
... sorte destes dois!
Atinamen ainda cheio de força
Lá ao fundo ...
... sim Luiz, lá ao fundo ...
... vem a dupla JJ ATMen
Pereiro Fecho
Vulcão e a serra
 idem
Agora eu
Quando parávamos o Atinamen aproveitava sempre para dar umas bombadas
 Aqui já se rolava acima dos 1000 m de altitude
Também queria apanhar os bois pretos ao fundo mas ficaram pequenos ...


 Vale do Rio Ramiscal, soberbo!

Cabeça da Laje
O mesmo Vale do Ramiscal de outra perspetiva
Demonstração de trial a cargo do Vulcão
Uphill Fun
Yes!!
Casa da Chã da Cruz, 1295 m
km 15
 Agora era só descer ... mesmo!!
 Nice!!

Claro!!!
Demasiada ganancia na descida e os pneus não aguentam.
Pequeno atalho
Agora sim, a animação já era visível
As primeiras trialeiras
Luiz

Jonny Jumper
A boa ação do dia
Remover um grande galho que estava no caminho
Pois, eu não ajudei ... alguém tinha de registar o momento, certo?
Mérito aos benfeitores
Ponte sobre o Ribeiro do Couço
Vulcão
Havia que subir um pequeno barranco, e estávamos na calçada que nos iria levar até Sistelo
As imagens falarão por si ...



Brutal!


Sistelo
Caminho a chegar a Sistelo
Atinamen já parecia outro ...
Luiz - a Ecopista está já ali em baixo, estás a ver?
Eis porque lhe chamam o Tibete Português
Lindo!

Recarregamos energias no melhor tasco de Sistelo (o único)
Aproximação à Ponte sobre o Rio Vez ainda em Sistelo
Onde se inicia/termina a Ecopista
Passadiços

Rampas muito inclinadas ...
Muito mesmo ...
Escadas ...

Lagoas ...
Travessias ...
São muito diversificados estes 20 km de Ecopista
Depois de 50 km debaixo de um calor abrasador, que mais se podia esperar??
Valentes!


Esta volta entrou no Top10. Provavelmente será para repetir.